Este livro funciona, no site, menos como clipping e mais como inscrição institucional de trajetória. Não é apenas uma citação bibliográfica: é um perfil dedicado ao meu trabalho dentro de uma publicação que reúne artistas de diferentes gerações e campos.
O dado decisivo está nas páginas 64–67, onde o livro articula três momentos que, no site, aparecem separados: Cachoeira (2012), sem título, para Mantiqueira (2013) e OCEANVS (2022). Essa montagem editorial torna legível uma continuidade entre a série LUZCIDADE, a fabricação digital e a fase AYA das exposições imersivas.
Há também uma dobra importante de linhagem. O autor do livro é Carlos Zibel Costa, o mesmo orientador que acompanhou meu TCC na FAU-USP. O gesto editorial fecha um arco: aquilo que começou como investigação acadêmica sobre luz no espaço reaparece anos depois como percurso artístico reconhecível em publicação impressa.
“As novas linguagens não se limitam a novos aparelhos de uso pessoal: elas são capazes de criar sensações necessárias para a evolução da sociedade. A tecnologia como manifestação artística constrói os caminhos da arte e do futuro.”
Até aqui, o livro não foi encontrado em circulação pública online. As informações presentes nesta página derivam de fotografias do exemplar físico. Por isso, o site não republica o conteúdo integral: registra a existência do livro, o lugar que ele ocupa na trajetória e os dados editoriais confirmados.