Técnico que virou artista
São Paulo, 1986. Mecatrônica, design, live-cinema, cenografia, direção técnica, exposições imersivas. Duas linhagens operam juntas: a artística da luz no espaço e a técnica da fabricação e dos sistemas.
São Paulo, 1986. Mecatrônica, design, live-cinema, cenografia, direção técnica, exposições imersivas. Duas linhagens operam juntas: a artística da luz no espaço e a técnica da fabricação e dos sistemas.
Nascido em São Paulo, 1986. Meus avós vieram da Polônia e da Romênia em 1933 — judeus fugidos do nazismo. Meu pai me ensinou que emancipação é pelo fazer: testar a ideia na matéria antes de afirmar que ela é boa.
Estudei Mecatrônica no COTUCA e Design na FAU-USP. Meu TCC, LUZCIDADE, traçou a linhagem de Moholy-Nagy a Dan Flavin e de Flavin ao meu trabalho com luz no espaço público. Não sou artista que aprendeu tecnologia — sou técnico que virou artista. A ordem importa.
Em 2008 ingressei no BijaRi, onde trabalhei como VJ e diretor de arte por nove anos. Depois, na The Force / GTM Cenografia, montei infraestruturas expositivas e interativas para Google, YouTube e Japan House. Em 2019 co-fundei a AYA Studio com Antonio Curti. Desde então, concebo e dirijo exposições imersivas no Farol Santander, CCBB, SESI/FIESP, Japan House e Casa Fiat.
Meu trabalho se sustenta em duas linhagens: uma artística — de Moholy-Nagy a Dan Flavin, do modulador de luz e espaço à lâmpada fluorescente como medium — e outra técnica, que vem da mecatrônica e da fabricação digital. As obras nascem do cruzamento dessas forças.